“E ai, 2011 valeu a pena?” Perdi pessoas que eu achava que não viveria sem, e ganhei pessoas que eu nunca imaginei que entrariam em minha vida. Ri até chorar, e chorei como se não fosse mais rir. Amei e desamei. Fui decepcionada, mas também decepcionei. Sonhei alto, cai muito, machuquei e me levantei. Senti saudade, morri de saudade, mas também deixei saudade. Disse coisas que não deveriam ser ditas. Me calei quando mais deveria ter falado. Chorei. Ah, como eu chorei! Mas também fiz pessoas chorarem. Briguei, brinquei e me arrependi. Guardei coisas bobas e deixei coisas importantes passar. Algumas vezes fui feliz, outras vezes triste. Me arrependi de coisas que disse, e disse coisas da qual não me arrependo. Xinguei, gritei e perdoei. Errei querendo acertar, e acertei quando achei que tinha errado. Acreditei no “Para sempre”, “Eu te amo” e “Conte comigo”, e também fiz pessoas acreditarem. Prometi coisas que não cumpri, e cumpri coisas que nem ao menos prometi. Perdi e ganhei. Sorri e chorei. Me ergui e desabei. Cresci e amadureci. E então volto a perguntar: “E ai, 2011 valeu a pena?” Valeu muito a pena! E convenhamos que se o tempo voltasse, faríamos tudo outra vez. (sdpm)
Tentando arduamente cobrir o vazio. Os pedaços se foram, deixaram o quebra-cabeça sem fazer. É assim que tem que ser?
(Christina Aguilera)
Não há necessidade de vestir uma mascara machista por medo ou vergonha de demonstrar seus sentimentos. O que os outros vão pensar por você esta sendo quem você realmente é, com certeza é o de menos. Eu acho que nenhuma mulher quer um “sem sentimento”, um cara que não demonstra o que está sentindo e se quisesse casaria com uma rocha e não com um homem.
“Só vejo ao redor rostos insatisfeitos e amargurados, e ouço suspiros e reclamações. É de pensar que nossa vida mudou para pior. Francamente, as pessoas é que fazem as coisas ficarem ruins.”
(O Diário de Anne Frank)
Um fato: Se você me tratar com indiferença, eu também te tratarei com indiferença. (LuccasBataglia)
Ninguém cruza nosso caminho por acaso, e nós não entramos na vida de alguém sem nenhuma razão.
E eu já deveria ter me curado da minha ridícula obsessão de amar demais.
(K.G)